Segundo
Rainer Sousa, mestre em História, a temática mortuária era de grande presença.
A crença na vida após a morte motivava os egípcios a construírem tumbas,
estatuetas, vasos e mastabas que representavam sua concepção do além-vida. As
primeiras tumbas egípcias buscavam realizar uma reprodução fiel da residência
de suas principais autoridades. Tendo funções para fora do simples deleite
estético, a arte dos povos egípcios era bastante padronizada e não valorizava o
aprimoramento técnico. Os monumentos mais expressivos da arte egípcia são os
túmulos e os templos. Divididos em três categorias.
·
Pirâmide-túmulo real, destinado ao faraó;
·
Mastaba-túmulo para a nobreza;
·
Hipogeu-túmulo destinado à gente do povo.
Os egípcios desenvolveram vários conhecimentos.
Com isso, conseguiram erguer obras que sobrevivem até os dias de hoje. O
fundamento ideológico da arte egípcia é a glorificação dos deuses e aos faraós,
os mesmos eram grandiosos e imponentes, pois deviam mostrar todo poder do faraó
As
características gerais da arquitetura egípcia são:
·
Durabilidade;
·
Sentimento de eternidade;
·
Aspecto misterioso e impenetrável.
Os escultores egípcios representavam os faraós e os deuses em posição
serena, quase sempre de frente, sem demonstrar nenhuma emoção.Pretendiam com
isso traduzir, na pedra, uma ilusão de imortalidade.Ao longo
de seu desenvolvimento, encontrou características bastante peculiares. Apesar
de apresentar grande rigidez na maioria de suas obras, conseguiam revelar
riquíssimas informações de caráter étnico, social e profissional de seus
representados.
Até a próxima.
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